diários da mudança II
Não sei, acho que foi quando eu vesti o uniforme.
Ao mesmo tempo, num intervalo, olhei pro meu corpo então “camuflado e verde-oliva” e parecia como se tivesse acabado de chegar ali (no meu corpo), como se algum viajante do tempo displicente tivesse bagunçado a realidade e me deixado ali, militar.
Até então só mesmo ficção científica pra explicar isso.
Mas então só pude agradecer pela capacidade infinita da Terra de dar voltas e voltas.
anna disse,
29/03/2010 às 17:14
entao… bonito texto.
entao… vamo fazer alguma coisa de novo!!!
bjo